Livro: Técnicas de Negociação – Setup Ragozzino
FOREX – Índices – Ouro/Prata/Petróleo
DOMINE OS MERCADOS DE MANEIRA CONSISTENTE
Setup EXCLUSIVO que utiliza 2 conceitos muito conhecidos de análise técnica: Ação de Preços (Price Action) e Indicadores. A sua simplicidade é o que realmente faz a diferença.
✓ Consistência ✓ Simples e Eficiente ✓ Autor Referência no Brasil



PRICE ACTION COM MACD
1) Ação de Preços (Price Action)
Faixa de Preços entre a máxima e a mínima de 5 Velas de 04 horas (H4), com entrada em rompimento.
São sempre 3 velas H4 com potenciais entradas no dia.
2) MACD – Histograma
O Histograma mostra a diferença entre as duas linhas MACD, que aumenta ou diminui conforme temos uma aceleração e desaceleração dos preços
seja durante uma tendência ou de alta ou de baixa, ou também em tendências laterais.
ACELERAÇÃO DE TENDÊNCIA
Existem momentos (por exemplo, o rompimento de um suporte ou de uma resistência, ou o anúncio de um importante dado fundamentalista) onde a força dominante ganha ainda mais força (aceleração de preços), atraindo ainda mais participantes, fazendo com que as duas linhas se distanciem bastante, aumentando o Histograma do MACD. Assim o setup trabalha com ACELERAÇÃO DE TENDÊNCIA.
MAXIMIZAÇÃO DOS GANHOS
Cada oportunidade irá gerar ou se dividir em dois trades, cada um com um limite diferente. O motivo de se dividir as oportunidades em dois trades é aproveitar a aceleração de tendência, e com isso buscar oportunidades de ganho maiores.
01
Risco/Perda Máxima por Operação.
Aqui você vai aprender a “travar” a sua perda máxima por operação, para assim definir corretamente a quantidade de lotes para cada oportunidade.
02
Quando Não Entrar na Operação.
O setup possui uma séria de regras ou “filtros” voltados para eliminar situações com potencial de diminuir, e muito, a sua probabilidade de ganho.
03
Trailing Stop.
Administrar de maneira eficiente o stop/risco de cada uma das oportunidades através de um conjunto de regras de Trailing Stop claro e bem definido, é item fundamental ou primordial no meu setup. Em outras palavras: o Trailing Stop é parte vital do que eu chamo de:
Acompanhamento da Operação.
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Exemplos de Textos Extraídos do Livro
DECLARAÇÃO DE RISCO
Declaração de Risco
Antes de prosseguir, é muito importante eu destacar que as diferentes classes de ativos negociadas no meu setup são de alto risco. Na verdade, qualquer classe de ativos de renda variável que atue em contas de margem com alavancagem é, por natureza, de alto risco (é a mesma coisa para os minicontratos da B3).
Por isso, você deve seguir de maneira disciplinada TODAS as regras ou parâmetros do meu setup que você vai aprender agora neste livro. Afinal, a partir do momento de posicionamos o nosso Stop de maneira técnica e correta, e estabelecemos o tamanho do volume financeiro operado (dos lotes) de maneira eficiente, para assim definirmos a perda máxima financeira por operação, o risco será totalmente calculado e aceito antecipadamente, sem surpresas. Em outras palavras: você sempre saberá qual será a sua perda financeira por oportunidade, antes de executá-las.
A rentabilidade e os resultados passados apresentados neste livro não representam garantias de resultados futuros.
Continua….
CAPÍTULO 1 – CONHECIMENTO BÁSICO
Antes de você começar a aprender o setup, eu vou rever agora alguns conceitos básicos de Preços, Lotes e Valores Financeiros utilizados nele. Caso você seja experiente, você pode avançar esse capítulo. E caso você seja iniciante, não se preocupe! Eu vou abordar esses temas de maneira muito clara, simples e direta. Assim eu tenho certeza de que você irá aprender rápido como ele funciona.
As moedas são negociadas em pares
Em Forex todas as moedas são negociadas em pares porque o valor ou cotação de uma moeda é sempre com relação à outra. Veja o caso do nosso Real brasileiro: o seu valor é sempre contra o Dólar Americano (ou contra o Euro). Por isso, quando você realiza uma operação em Forex, na verdade você realiza duas operações simultaneamente, uma para cada moeda que compõe o par. Para entender como isso funciona, pense novamente no nosso Real. Vamos supor que você vai viajar para a Europa, e vai precisar de 1.000,00 Euros. Então você vai até uma agência de câmbio para comprar esses Euros, a uma cotação de, por exemplo, 5,50 (cada Euro vale R$5,50). Assim você paga R$5.500,00 e recebe €1.000,00. Do seu ponto de vista, você realizou apenas uma operação de compra (comprou €1.000,00). Mas na prática ocorreram duas operações simultâneas: para poder comprar os €1.000,00 da sua agência de câmbio você teve que vender os seus R$5.500,00 para ela. Então você comprou Euros e vendeu Reais.
Continua …
CAPÍTULO 2 – ANÁLISE TÉCNICA – BÁSICO E EFICIENTE
Suporte vira Resistência – Resistência vira Suporte
Quando decidimos enveredar pelo mundo de operações financeiras utilizando análise técnica, um dos primeiros passos que temos que tomar é educação. Começamos a devorar tudo o que encontramos pela frente sobre o assunto: livros, artigos, revistas, redes sociais etc. e, um dos primeiros conceitos que aprendemos é o de Suporte e Resistência. Níveis de suporte e resistência são identificados por linhas horizontais e de tendência. Geralmente os autores dessas literaturas nos recomendam a manter essas linhas (horizontais e de tendência) nos gráficos por algum tempo, basicamente porque um nível de suporte tende a virar resistência, e vice-versa. Mas afinal, porque um suporte vira resistência e uma resistência vira suporte (lembre-se que suporte significa demanda/compra e resistência significa oferta/venda)? A resposta é muito simples: porque nós investidores temos boa memória! Sabemos que essa resposta é simplista demais, porém veja um exemplo abaixo de uma situação hipotética para ilustrar o que quero dizer:
Estamos em maio. Suponha que você vai viajar para a Europa em outubro, onde nessa época do ano a temperatura média é de 12º C, e você precisa comprar uma boa jaqueta para o frio. Você viu uma que gostou e que custa $200,00. Como ainda estamos em maio, você acha $200,00 caro demais, e decide esperar um pouco até nosso outono passar e os preços caírem. Dois meses depois, em julho, você passa em frente da mesma loja, e vê que a mesma jaqueta agora custa $250,00. Você então pensa: “puxa, deveria ter comprado antes quando estava barato em $200,00”. Ou seja, $200,00 é agora o seu nível de suporte (barato) e $250,00 o seu nível de resistência (caro). Mas como estamos em pleno inverno, você ainda acha caro demais e decide esperar mais um pouco até o tempo esquentar e os preços caírem. Em setembro, temos uma frente-fria chegando depois da outra, e nada do tempo esquentar. Você passa na mesma loja e vê que agora a mesma jaqueta custa $300,00. Você se lamenta novamente: “ah, se eu tivesse comprado em maio quando estava $200,00 ou em julho quando estava $250,00…”. Atualmente então, $300,00 é a sua nova resistência, $250,00 a sua resistência inicial, e $200,00 seu suporte inicial. Como você só irá viajar em outubro, você decide esperar mais um pouco, para ver se os preços irão cair. Afinal de contas, você pensa: já estamos na primavera. O clima vai esquentar. Duas semanas antes de viajar, já em outubro, você lembra que precisa comprar a jaqueta sem falta essa semana. Como o tempo esquentou um pouco, você vai até a loja decidido a comprá-la, e vê que ela agora custa $250,00, que era sua resistência inicial. Você pensa: “agora vou comprar, afinal de contas vou pagar mais barato que $300,00”. E você finalmente efetua sua compra a $250,00, feliz porque comprou barato. Ou seja, em julho $250,00 para você era caro (sua resistência), mas já em outubro os mesmos $250,00 para você foi barato (suporte). Então os seus $250,00, que era seu referencial de caro (resistência), passou a ser o seu referencial de barato (suporte).
Continua …
CAPÍTULO 3 – O SETUP – CONSTRUÇÃO
Conforme eu mencionei no início do capítulo 2, o meu setup utiliza 2 conceitos muito conhecidos de análise técnica: Ação de Preços (Price Action) e Indicadores. A sua simplicidade é o que realmente faz a diferença. Vamos aprender agora como ele é construído.
• Parâmetros Iniciais
• Entrada – Gatilhos
• Cálculo Volumes Financeiros / Lotes
• Risco/Perda Máxima por Operação
• Quando Não Entrar na Operação
• Saídas
• Trailing Stop
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CAPÍTULO 4 – GERENCIAMENTO DE RISCO
Cálculo Volumes Financeiros / Lotes
Essa sessão é muito importante, porque é através dela que você irá definir a quantidade de lotes que você irá operar, de acordo a sua perda máxima por operação. Se você ficar com dúvida, volte para a sessão Valores Financeiros do capítulo 1.
Risco/Perda Máxima por Operação
O meu setup estabelece uma perda máxima por operação de 1,0% (um por cento) do total da minha conta de margem. Como você já aprendeu, cada oportunidade será dividida em 2 operações (2 trades), para assim buscarmos 2 limites diferentes (buscar um ganho maior). Durante todo o período que eu operei, para criar as estatísticas e resultados que serão detalhados mais a seguir, eu trabalhei com os seguintes valores:
Continua …
CAPÍTULO 5 – RESULTADOS
Chegamos ao capítulo mais esperado desse livro: os ganhos do setup. É óbvio que um setup precisa gerar resultados positivos de maneira consistente. Essa é a primeira medida de avaliação dele. Um setup pode ser extremamente complexo e sofisticado, mas se não gerar resultados consistentes, não serve para nada.
Aqui eu vou abordar os meus resultados de maneira direta. Vamos primeiro para a relação dos ganhos para o período de 06 (seis) meses, por ativo negociado:
Continua …
CAPÍTULO 6 – ESTATÍSTICAS
Para muitos, o capítulo anterior Resultados é o mais importante. É claro que sim! Se um setup não consegue entregar resultados positivos de maneira consistente, ele simplesmente não funciona, e não deve ser usado.
Mas então o que acontece quando você finalmente termina de desenvolver a sua estratégia, o seu setup, coloca ele em prática, e passa a obter resultados positivos de maneira consistente?
O que acontece é que você precisa criar uma base de dados realista e honesta, para poder avaliar de maneira eficiente: o que funciona e não deve ser alterado, o que funciona, mas precisa ser aprimorado, e o que não funciona no seu setup. É exatamente isso o que vou descrever com muitos detalhes neste capítulo. Honestamente para mim, esse é o melhor capítulo deste livro! Isso porque é através de uma análise ou interpretação das minhas estatísticas, que eu consigo identificar o que já está muito bom no meu setup, e em qual ou quais fatores eu devo me dedicar para melhorar. Em outras palavras: é através das minhas estatísticas que eu consigo melhorar o meu setup, e consequentemente o seu desempenho e resultado.
Continua …
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